terça-feira

VIVA 2007! ANO DO CENTENÁRIO DO FREVO

Frevo, Painel a óleo/tela,198 x 168cm (aproximadas), Ano:1956, Banco Central do Brasil, Brasília,DF

HISTÓRICO

O carnaval recifense possui uma música e uma dança carnavalesca própria e original, nascida do povo. De origem urbana, surgiu nas ruas do Recife nos fins do século XIX e começo do século XX.
O frevo nasceu das marchas, maxixes e dobrados; as bandas militares do século passado teriam dado sua contribuição na formação do frevo, bem como as quadrilhas de origem européia. Deduz-se que a música apoiou-se desde o início nas fanfarras constituídas por instrumentos de metal, pela velha tradição bandística do povo pernambucano.

A PALAVRA É: FREVO!


A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, dando origem a palavra frevo, que passou a designar: "Efervecência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas como pelo Carnaval", de acordo com o Vocabulário Pernambucano de Pereira da Costa.
Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife, que mantinha a melhor secção carnavalesca da época, na edição de 12 de fevereiro de 1908, faz a primeira referência a palavra frevo.

O FREVO MÚSICA

Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval.
Os músicos pensaram em dar ao povo mais animação nos folguedos de carnaval, e a gente de pé no chão, queria música barulhenta e animada, que desse espaço para extravasar alegria dentro daquele improviso. No decorrer do tempo a música ganha características próprias acompanhada por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos. Nas suas origens o frevo sofreu várias influências ao longo do tempo, produzindo assim variedades. A década de trinta serve de base para a divisão do frevo em: Frevo-de-Rua, Frevo-Canção, Frevo-de-Bloco.

CONHEÇA OS COMPOSITORES DE FREVO

CLIQUE AQUI E OUÇA "VASSOURINHAS" NA INTERPRETAÇÃO DE ANTONIO NÓBREGA:

tags: Fortaleza CE musica

Fonte: OVERMUNDO

quinta-feira

Capital dos Naufrágios


Vale a pena saber:

A embarcação servia como um caça-minas da Marinha do Brasil e foi à pique após enfrentar a seqüência de três ondas gigantes. Hoje é uma das relíquias sub-aquáticas. Tanto pela beleza da sua construção, e conservação, quanto pela vida marinha encontrada por lá. É possível penetração por vários dos seus compartimentos.
SABER MAIS SOBRE NAUFRÁGIOS